Este editorial analisa o panorama do tratamento dialítico para pacientes com insuficiência renal crônica no Brasil, destacando os desafios enfrentados na década de 1990.
Os autores apontam que a distribuição desigual de centros de diálise e o encaminhamento tardio prejudicam o atendimento, especialmente em áreas densamente povoadas como a Grande São Paulo.
O texto detalha as principais causas da doença, como glomerulonefrite e hipertensão, além de discutir os altos custos financiados pelo governo federal. São apresentados dados preocupantes sobre a mortalidade e morbidade, frequentemente associadas a problemas cardiovasculares e infecções durante a terapia.
Por fim, o documento enfatiza a necessidade de investimentos em infraestrutura e qualificação profissional para elevar a sobrevida e a qualidade de vida dos doentes renais.
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