Quem tem uma fístula arteriovenosa para hemodiálise precisa tomar alguns cuidados durante procedimentos de rotina, como a aferição da pressão arterial e a coleta de sangue. A recomendação é evitar medir a pressão ou realizar coletas no braço da fístula, mesmo que ela ainda não esteja em uso. A compressão causada pelo manguito pode comprometer seu funcionamento. Sempre avise o
A Sociedade Brasileira de Nefrologia publica um posicionamento sobre a diálise incremental, uma abordagem que individualiza a prescrição do tratamento de acordo com a função renal residual de cada paciente, considerando também suas condições clínicas e metabólicas. O documento reúne recomendações sobre critérios de elegibilidade, prescrição, monitoramento e implementação segura, contemplando tanto a hemodiálise quanto a diálise peritoneal. Quando indicada
O uso de agulhas de diferentes calibres é importante para o cuidado com a fístula arteriovenosa e para a realização de uma diálise adequada. Nas primeiras punções de uma fístula nova, são utilizadas agulhas menores, com progressão para calibres maiores conforme a necessidade. Essa adequação contribui para alcançar o fluxo sanguíneo necessário à remoção de toxinas durante a diálise. Além
Na assistência à saúde, existem eventos que, por sua gravidade e possibilidade de prevenção, nunca deveriam acontecer. São os chamados never events ou eventos sentinela. Na Nefrologia, especialmente durante a hemodiálise, esses incidentes podem estar relacionados a diferentes etapas do cuidado, desde o funcionamento do circuito extracorpóreo e a administração de medicamentos até o controle da qualidade da água e
Apesar de incomuns, alguns desconfortos podem ocorrer durante ou após uma sessão de hemodiálise. Você sabe como agir quando eles aparecem? Queda da pressão arterial, cãibras, náuseas e dor de cabeça estão entre as intercorrências que podem acontecer durante o tratamento. Por isso, é importante reconhecer os sintomas e, principalmente, comunicá-los à equipe de saúde para que a causa seja
Embora ambas tenham o mesmo objetivo, substituir parte da função dos rins quando eles deixam de funcionar adequadamente, elas são realizadas de formas diferentes e podem se adequar a diferentes perfis de pacientes. A escolha da modalidade leva em consideração diversos fatores, como a condição clínica, o estilo de vida, a rotina e as preferências de cada pessoa. Por isso,
Cuidados simples, como verificar o frêmito, proteger o braço da fístula e reconhecer sinais de alerta, ajudam a preservar o acesso e contribuem para um tratamento mais seguro e eficaz. Neste SBN Explica, reunimos orientações importantes sobre a fístula arteriovenosa. Confira! Em caso de qualquer alteração, procure imediatamente a equipe de diálise.
Quem faz hemodiálise pode beber água, mas a quantidade de líquidos precisa ser ajustada de acordo com as necessidades de cada paciente. Quando os rins deixam de eliminar líquidos adequadamente, o excesso pode se acumular no organismo, favorecendo sintomas como inchaço, falta de ar e aumento da pressão arterial. Por isso, controlar a ingestão de líquidos é uma parte importante
Neste post da SBN Explica, esclarecemos algumas das dúvidas mais comuns sobre o tratamento: ✔️ É possível manter rotina? ✔️ Hemodiálise dói? ✔️ Faltar às sessões faz diferença? ✔️ O tratamento impede trabalho, estudos ou viagens? Entender a hemodiálise ajuda pacientes e familiares a participarem do cuidado com mais segurança, autonomia e qualidade de vida.
A fístula arteriovenosa é o acesso mais seguro para a hemodiálise, mas ela precisa estar funcionando bem. E o seu corpo costuma dar sinais quando algo não vai bem. No SBN Esclarece de hoje, Marcelo Mazza comenta os principais sinais de alerta que merecem atenção: Diminuição ou ausência do “frêmito” (a vibração no local) Dor, inchaço ou vermelhidão Sangramento prolongado