Jejum intermitente e Doença Renal Crônica: afinal, pode ou não pode?

A resposta mais segura é: depende de diversos fatores clínicos e nutricionais. Embora o jejum intermitente seja uma estratégia muito comentada para controle metabólico e perda de peso, na nefrologia o cenário exige cautela.

Atenção redobrada na diálise: Pacientes em hemodiálise ou diálise peritoneal apresentam um risco muito maior de perda de massa muscular e desnutrição. Nesses casos, a prática costuma ser contraindicada.

A regra de ouro é a individualidade. Não existe fórmula pronta e cada paciente precisa ser avaliado de perto por um nutricionista especializado.

No SBN esclarece, Cristiane Moraes, Vice – Coordenadora do Comitê de Nutrição da SBN, explica os cuidados e critérios para avaliar a segurança do jejum intermitentes em pacientes com doença renal crônica.

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